الرئيس التنفيذي لشركة Klickl، مايكل تشاو، يقرع جرس الافتتاح في بورصة نيويورك بمناسبة إدراج صندوق C1


نيويورك – (ARAB NEWSWIRE)  أُدرج اليوم صندوق C1 Fund Inc. (NYSE: CFND) في بورصة نيويورك، حيث قام مايكل تشاو، المؤسس المشارك والرئيس التنفيذي لشركة Klickl، بقرع جرس الافتتاح، مما يشكل خطوة هامة نحو تعميم الاستثمارات في الأصول الرقمية المنظمة.

ريادة البنية التحتية للويب 3 مع مايكل تشاو

قادت مبادرات مايكل تشاو من آسيا إلى الشرق الأوسط، حيث انتقل من أول صندوق استثماري للأصول الرقمية (SPAC) إلى صندوق مغلق في الوقت الحالي. تتمثل رؤيته في توحيد الأصول الرقمية الممتازة في مجال الويب 3 من أجل التمويل التقليدي، مع ضمان الوصول إليها والامتثال والتوافر المالي. ويتطلب هذا المسار التفاعل مع العقبات التنظيمية وتعليم الأسواق، بينما يضع الثقة في المستثمرين في المقام الأول على المكاسب قصيرة المدى.

في قلب رؤية مايكل يقع “Klickl”، وهي منصة بنية تحتية مالية للويب 3 تمكّن المشاريع والمستخدمين والمؤسسات من الوصول الآمن والمتوافق مع القوانين للأصول الرقمية. كداعم “علاقي” (white-label)، توفر Klickl حلولاً مرنة مثل Crypto Easy وKlicklX وKlicklOne، وهي حية بالفعل في الأسواق العالمية.

يعزز مايكل الاستثمار في الفرق القوية والمرنة. حيث صمدت مجموعته أمام الأسواق الهابطة، وابتكرت خلال التحديات، وحافظت على حماية المستثمرين، مما يثبت التزامها بالقيمة طويلة الأجل. تركز Klickl على توفير بنية تحتية قابلة للتوسع وغير متأثرة بالاتجاهات من أجل نشر تمويل الويب 3.

يُعتبر هذا الإدراج تأكيدًا على التقدم المحرز. ومرحلة Klickl المقبلة تتمثل في دفع نمو الأعمال عالميًا.

حول Klickl

Klickl هي شركة بنية تحتية مالية للويب 3 مقرها الإمارات العربية المتحدة، وتخدم العملاء في منطقة الشرق الأوسط وبعض الأسواق العالمية المحددة. توفر منصتها حلولًا مرنة لتحويل الأصول الرقمية من وإلى الأسواق، المدفوعات عبر الحدود، إصدار الحسابات والبطاقات، والتكامل مع اللوائح التنظيمية. تساعد Klickl المؤسسات والمطورين على دمج الوصول الآمن والقابل للتوسع والمتوافق مع الأصول الرقمية، مما يسرع من عملية الوصول إلى السوق للمنتجات المالية من الجيل التالي.

لمزيد من المعلومات، يمكن للمستخدمين زيارة: www.klickl.com | X | Linktree | Facebook

هذا يتم إصدار البيان الصحفي من خلال واير نيوزواير 
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Como Assistir ao Jogo da Supercopa Europeia: Melhores Opções e Dicas


PSG e Tottenham se Enfrentam na Supercopa Europeia

Nesta quarta-feira, 13 de agosto, o Paris Saint-Germain (PSG) e o Tottenham Hotspur se encontram em um duelo emocionante pela Supercopa Europeia. A partida, que será disputada no Bluenergy Stadium, em Udinese, Itália, terá início às 16h (horário de Brasília). Os torcedores poderão acompanhar o jogo ao vivo através do SBT (TV aberta), TNT Sports e MAX.

A Temporada Brilhante do PSG

O PSG viveu uma temporada 2024-2025 memorável sob a liderança do técnico Luis Enrique. O clube francês alcançou um marco histórico ao conquistar a tríplice coroa, um feito que inclui o título do Campeonato Francês, a Copa da França e, o mais prestigioso, a UEFA Champions League. Na final da Champions, o PSG demonstrou sua força ao derrotar a Inter de Milão com um impressionante placar de 5 a 0, consolidando sua posição como uma das potências do futebol europeu.

Com uma campanha poderosa, o time mostrou um futebol envolvente e eficaz, destacando-se tanto na liga nacional quanto nas competições internacionais. A equipe chamou atenção não apenas pelos títulos conquistados, mas também pela forma como dominou seus adversários ao longo da temporada.

Desafios do Tottenham na Temporada Passada

Por outro lado, a trajetória do Tottenham na temporada 2024-2025 foi marcada por altos e baixos. Apesar de ter encerrado um longo jejum de 17 anos sem conquistas ao vencer a Europa League, o desempenho na Premier League deixou a desejar. O clube terminou a competição em uma preocupante 17ª colocação, o que resultou na demissão do técnico Ange Postecoglou.

Atualmente, o Tottenham se prepara para uma nova fase sob o comando do técnico Thomas Frank, que assume a equipe em um momento crucial. A expectativa é que o clube consiga se reinventar e buscar melhores resultados na próxima temporada, especialmente com a estreia na Champions League, que promete ser um desafio e tanto.

Informações do Jogo: PSG x Tottenham

  • Data e horário: Quarta-feira, 13 de agosto, às 16h (de Brasília)
  • Local: Bluenergy Stadium, em Udinese, Itália
  • Onde assistir: SBT (TV aberta), TNT Sports e MAX
  • Arbitragem: João Pinheiro será o árbitro, com Bruno Jesus e Luciano Maia como assistentes, além de Elchin Masiyev como quarto árbitro.

Prováveis Escalações

PSG (Técnico: Luis Enrique)

  • Goleiro: Chevalier
  • Defensores: Hakimi, Marquinhos, Pacho, Nuno Mendes
  • Meio-campistas: Zaire-Emery, Vitinha, Fabian Ruiz
  • Atacantes: Doue, Dembele, Kvaratskhelia

Tottenham (Técnico: Thomas Frank)

  • Goleiro: Vicario
  • Defensores: Pedro Porro, Romero, Van de Ven, Spence
  • Meio-campistas: Bentancur, Palhinha, Sarr
  • Atacantes: Johnson, Richarlison, Kudus

Expectativas para o Confronto

O confronto entre PSG e Tottenham promete ser um espetáculo imperdível. Com o PSG buscando consolidar sua hegemonia no futebol europeu após a conquista da Champions, e o Tottenham tentando provar seu valor na Supercopa da UEFA pela primeira vez, a expectativa é alta entre os torcedores.

O PSG, com uma formação robusta e um ataque potente, poderá explorar a fragilidade da defesa do Tottenham, que, apesar de ter conquistado a Europa League, mostrou vulnerabilidades na última temporada. A combinação de talentos individuais, como Dembele e Kvaratskhelia, pode ser um diferencial para o time francês.

Por outro lado, o Tottenham, sob a nova direção de Thomas Frank, terá a oportunidade de mostrar seu potencial e a disposição para competir em alto nível. Com jogadores como Richarlison e Bentancur, a equipe poderá buscar um jogo mais equilibrado, buscando surpreender o adversário e conquistar seu primeiro título na Supercopa Europeia.

O Impacto das Lesões e Suspensões

Um fator crucial que pode influenciar o resultado do jogo são as condições físicas dos jogadores. Lesões ou suspensões de atletas-chave podem alterar a dinâmica de ambas as equipes. O PSG, que teve uma temporada cheia de altos e baixos, também precisa gerenciar a condição física de seus jogadores após uma longa temporada. A capacidade de Luis Enrique em montar uma equipe competitiva, mesmo com desfalques, será testada neste confronto.

O Legado da Supercopa Europeia

A Supercopa Europeia é um torneio que reúne os campeões da Champions League e da Europa League, oferecendo uma plataforma para que as equipes demonstrem seu valor em um cenário internacional. Para o PSG, conquistar este título seria um passo significativo em direção à afirmação de sua dominância no futebol europeu. Para o Tottenham, seria uma oportunidade de celebrar a nova era sob a gestão de Thomas Frank e solidificar seu lugar entre os grandes do futebol.

Considerações Finais

A expectativa está alta para este embate entre PSG e Tottenham, que certamente proporcionará momentos emocionantes para os fãs do futebol. Com ambas as equipes buscando se estabelecer no cenário europeu, a Supercopa Europeia se configura como um palco ideal para mostrar suas habilidades e ambições. Assim, os torcedores aguardam ansiosos pelo apito inicial e pela disputa de um título tão cobiçado.



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We Didn’t Raise Killers. We Manufactured Them. – FFFJ ALLIANCE


We Didn’t Raise Killers. We Engineered Them.

There was a time in America—not long ago—when a student could park his pickup truck outside a public school with a loaded shotgun resting in a rear window rack, and not a single person batted an eye. In towns across upstate New York and the heartland, high schools proudly hosted gun clubs, and responsible young men would spend their afternoons shooting skeet, cleaning their rifles, and heading home for dinner with their families. There were no lockdown drills, no bulletproof backpacks, and no SWAT teams storming classrooms. That world was real. And we traded it away.

We didn’t lose it because the guns changed. The guns didn’t become more dangerous. The people did.


The Moment We Started Drugging the Nation’s Children

Somewhere along the line, the culture shifted. Not overnight, but gradually and methodically. The experts told us that the wild energy of young boys was a neurological disorder, that the sadness of young girls was a chemical imbalance, that the challenges of adolescence were clinical in nature and required pharmaceutical solutions. And we believed them.

We gave away our parental authority. We handed our children over to bureaucrats and specialists who spoke with sterile confidence but understood nothing about the soul. And with every pill swallowed and every prescription filled, we did something monstrous: we rewired the minds of an entire generation, not with love or discipline or truth, but with lab-made chemicals and blind obedience to a medical establishment that sees human life as a recurring revenue stream.

This is not an exaggeration. It is happening in your own neighborhood. Right now.


A Nation of Medicated Teenagers

This isn’t simply a psychiatric issue. It is a full-spectrum pharmaceutical assault. The average American teenager today is either already on one or more prescriptions, or being targeted for them by their school, their doctor, or their peer group. We have normalized chemical interference in the most critical years of cognitive and emotional development.

Here’s just a sample of what we are giving them:

  • Asthma inhalers containing steroids that influence mood and stress response

  • Corticosteroids for sports inflammation that interfere with natural hormonal balance

  • Prescription sleep aids that can cause depression and agitation

  • Nicotine patches with neurochemical side effects

  • Allergy medications that impact brain chemistry

  • Migraine medications that alter serotonin pathways

  • Stimulants like Adderall or Ritalin that rewire dopamine function

  • Benzodiazepines and other anti-anxiety drugs that induce emotional detachment

  • Antidepressants with black-box suicide warnings

  • Hormonal birth control that can cause mood swings, aggression, and depression

  • Opioid painkillers for routine injuries that hook teens on synthetic pain management

  • Acne drugs like Accutane with documented psychological risks

These aren’t rare exceptions. They are the rule. We have chemically reprogrammed our youth and then acted stunned when the results are catastrophic.

If you doubt the danger, go read the warnings at Drugs.com or look at the FDA’s own black-box labels. The side effects are listed in plain English: suicidal ideation, violent impulses, psychosis, mood instability.

This is what we are feeding the next generation like it is candy.


School Shootings Are Not a Gun Problem. They Are a Symptom of National Poisoning.

Every time another school becomes a crime scene, every time another teenager turns into a headline, the politicians leap in front of the cameras and scream about gun control. But not one of them is brave enough to ask the real question—what cocktail of pharmaceuticals was in that kid’s bloodstream?

What were we putting into his body? What drugs had he been prescribed? How long had his brain been reshaped by substances he never chose to take?

The overwhelming majority of school shooters were on or had recently stopped taking prescription drugs at the time of their attacks. That is not conspiracy. That is publicly documented fact. But it is ignored, because facing it would mean holding our institutions—medical, educational, and governmental—accountable for mass-scale chemical malpractice.

The Second Amendment is not the cause of this bloodshed. The real weapon is sitting in your medicine cabinet, in your child’s backpack, on the pharmacy shelf, in the school nurse’s drawer.


Repentance, Not Reform, Is What We Need

We cannot fix a spiritual sickness with more legislation. We cannot heal a drug-induced nightmare with more state-run therapy. We cannot keep pretending that what’s happening in America’s schools is just about access to guns.

This is about access to innocence. And we lost that the moment we chose pills over parenting, diagnoses over discipline, and pharma over faith.

If we want to stop the violence, we must break our agreement with the lie that says every feeling needs a chemical, every behavior needs a diagnosis, and every child needs a pill. We must say no to the pharmaceutical state and yes to rebuilding the family, restoring moral clarity, and returning to a life of truth, structure, and purpose.

Because if we do not, this will not end. The body count will rise. The sorrow will deepen. And a nation that once raised riflemen will fall completely to its knees—addicted, defeated, and lost.





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Londres ganhará a maior vinícola urbana do Reino Unido


A rede de bares de vinhos Vagabond Wines inaugurará uma vinícola urbana no Canada Water no final de 2025 — um centro que terá áreas verdes, comércio, gastronomia, bebidas e cultura em Londres, na Inglaterra.

Como ocupará uma área de 560 metros quadrados, a vinícola urbana será a maior do Reino Unido. O local ficará no térreo do recém-inaugurado Dock Shed — um edifício com escritórios e centro de lazer no novo polo cultural de Londres — e terá produção de vinho em alta escala, experiências imersivas, bar de vinho com autosserviço e mais de 100 rótulos disponíveis.

“Estamos muito empolgados em lançar a maior vinícola urbana do Reino Unido em um dos pontos mais centrais de Londres. Esse projeto vem sendo desenvolvido há meses e mal podemos esperar para receber nossos primeiros visitantes ainda este ano”, diz John Colley, CEO do grupo Majestic, investidor do projeto.

Sob a direção de José Quintana, enólogo-chefe da Vagabond, o design da vinícola traz elementos que cercam o universo do vinho. Entre eles, um fermentador de concreto em formato de ovo, que costuma ser usado para fermentar o vinho de forma delicada e controlada, e um sistema de solera experimental, método de envelhecimento que traz camadas de sabor mais ricas e complexas.

Com capacidade de produção de até 100 mil garrafas por ano e estrutura para receber mais de 300 visitantes por dia, o novo espaço ficará ao lado de outras atrações no Canada Water, como a exposição imersiva inspirada no jogo Minecraft e a futura mostra sobre Titanic.

A Vagabond Wines tem rótulos premiados em seu catálogo, como o Solena, eleito o Melhor Vinho Inglês não espumante no Independent Wine Awards, além do reconhecimento de Produtor Boutique do Ano 2024 pelo WineGB (Wines of Great Britain), instituição que representa e apoia o crescimento do setor no Reino Unido.



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Esta es la primera imagen de un planeta en formación alrededor de su estrella


Una nueva imagen del VLT muestra lo que podría ser un planeta formándose en tiempo real, con la estrella modelando el polvo a su alrededor.

Los discos protoplanetarios son estructuras de gas y polvo que rodean a estrellas jóvenes y donde nacen los planetas. Estos discos suelen presentar patrones como anillos, huecos y brazos espirales. Durante años, los astrónomos han sospechado que estos patrones son causados por planetas en formación, que modifican su entorno al orbitar. Sin embargo, hasta ahora, no se había logrado observar directamente a uno de estos escultores planetarios en plena acción.

Los astrónomos han captado ahora lo que podría ser un planeta aún en gestación, esculpiendo con elegancia las espirales de gas y polvo que rodean a su estrella anfitriona, HD 135344B. Situada a unos 440 años luz de la Tierra, esta joven estrella está rodeada por un disco protoplanetario: una vasta estructura de gas y polvo donde nacen los planetas. Este disco ya era conocido por sus llamativos brazos espirales, observados en el pasado por otros telescopios. Sin embargo, hasta ahora nadie había conseguido encontrar al responsable de tales estructuras.

Utilizando el instrumento ERIS (Enhanced Resolution Imager and Spectrograph) del Very Large Telescope (VLT) del Observatorio Europeo Austral (ESO), un equipo de astrónomos liderado por Francesco Maio ha logrado detectar una señal prometedora justo en la base de uno de estos brazos espirales. Allí, tal como predecían las teorías, parece estar formándose un planeta. Este hallazgo fue publicado en la revista Astronomy & Astrophysics.

Esta es la estrella HD 135344B y su planeta, dos veces más grande que Júpiter. ESO/F. Maio et al./T. Stolker et al./ ALMA (ESO/NAOJ/NRAO)/N. van der Marel et al.Esta es la estrella HD 135344B y su planeta, dos veces más grande que Júpiter. ESO/F. Maio et al./T. Stolker et al./ ALMA (ESO/NAOJ/NRAO)/N. van der Marel et al.

Esta es la estrella HD 135344B y su planeta, dos veces más grande que Júpiter. ESO/F. Maio et al./T. Stolker et al./ ALMA (ESO/NAOJ/NRAO)/N. van der Marel et al.

“El nacimiento de la Tierra es algo que nunca podremos observar, pero aquí, a 440 años luz de distancia, podríamos estar presenciando cómo nace un planeta en tiempo real”, afirma Maio, investigador doctoral de la Universidad de Florencia y del Observatorio Astrofísico de Arcetri, dependiente del Instituto Nacional de Astrofísica de Italia (INAF).

El planeta candidato se encuentra dentro del disco protoplanetario de HD 135344B. Se estima que tiene el doble de la masa de Júpiter y orbita a una distancia comparable a la que separa a Neptuno del Sol. Lo que lo hace especial es que parece estar interactuando con su entorno, moldeando las espirales de gas y polvo mientras se va convirtiendo en un planeta completamente formado.

Durante años, se ha especulado que los anillos y brazos que se observan en los discos protoplanetarios son señales indirectas de la presencia de planetas jóvenes, que van “limpiando” su órbita a medida que acumulan material. Pero hasta ahora, ningún telescopio había conseguido observar directamente uno de estos jóvenes planetas dentro del propio brazo espiral.

Instrumentos anteriores, como SPHERE (Spectro-Polarimetric High-contrast Exoplanet REsearch) en el mismo VLT, y ALMA (Atacama Large Millimeter/submillimeter Array), ya habían estudiado HD 135344B sin detectar ninguna señal clara de un planeta. La diferencia ahora ha sido el uso de ERIS, que ha logrado captar la tenue luz del posible protoplaneta, incluso estando este aún muy incrustado en el disco de su estrella madre.

Las espirales de las que nacieron los planetas

“Lo que hace de esta detección un posible punto de inflexión es que, a diferencia de observaciones anteriores, hemos podido detectar directamente la señal del protoplaneta, que todavía está profundamente inmerso en el disco”, explica Maio. “Esto nos da mucha más confianza en su existencia, porque estamos observando la luz del propio planeta.”

Pero HD 135344B no es la única estrella joven bajo escrutinio. Otro equipo de astrónomos, esta vez liderado por Anuroop Dasgupta, investigador doctoral del ESO y la Universidad Diego Portales en Chile, ha usado también ERIS para estudiar a la estrella V960 Mon. Se trata de una estrella aún más joven, rodeada también por un disco protoplanetario con brazos espirales. En este caso, las observaciones anteriores ya habían mostrado signos de inestabilidad gravitacional: una fase caótica en la que el material del disco comienza a fragmentarse, con cada fragmento potencialmente capaz de convertirse en un planeta o incluso en un objeto más masivo.

“La investigación previa reveló material inestable, pero quedaba abierta la pregunta de qué sucedía después. Con ERIS, queríamos encontrar fragmentos compactos y luminosos que señalaran la presencia de un compañero en el disco… y lo conseguimos”, afirma Dasgupta. El objeto detectado podría ser otro planeta en formación o bien una enana marrón, es decir, un objeto mayor que un planeta pero que no logró suficiente masa para brillar como una estrella.

Si se confirma, este hallazgo representaría la primera detección clara de un planeta o una enana marrón formándose por inestabilidad gravitacional, un mecanismo diferente al de la formación planetaria clásica. Este descubrimiento abriría una nueva ventana al estudio de cómo se forman los sistemas planetarios, especialmente en las fases más tempranas y turbulentas de la evolución estelar.

Gracias a los avances tecnológicos en instrumentos como ERIS y a telescopios de clase mundial como el VLT, los astrónomos están cada vez más cerca de responder las grandes preguntas sobre el origen de los planetas. Y aunque no podamos viajar atrás en el tiempo para ver cómo nació nuestro propio sistema solar, al observar estos procesos en otros rincones del cosmos, podemos entender un poco mejor de dónde venimos.

REFERENCIA

VLT/ERIS observations of the V960 Mon system: a dust-embedded substellar object formed by gravitational instability?

Imagen principal: La imagen, tomada con el Very Large Telescope (VLT) de ESO, muestra un posible planeta naciendo alrededor de la joven estrella HD 135344B. Esta estrella, situada a unos 440 años-luz de distancia, está rodeada por un disco de polvo y gas con prominentes brazos espirales. La teoría predice que los planetas pueden esculpir brazos espirales como éstos, y el nuevo candidato a planeta se encuentra en la base de uno de los brazos, tal y como se esperaba.

La imagen fue captada con un nuevo instrumento del VLT: el espectrógrafo y generador de imágenes de resolución mejorada (Enhanced Resolution Imager and Spectrograph, ERIS). El círculo negro central corresponde a un coronógrafo, un dispositivo que bloquea la luz de la estrella para revelar detalles débiles a su alrededor. El círculo blanco indica la ubicación del planeta.

La imagen de la derecha es una combinación de observaciones previas tomadas con el instrumento SPHERE también en el VLT (rojo) y el Atacama Large Millimeter/submillimeter Array (ALMA, naranja y azul). Estos y otros estudios previos de HD 135344B no encontraron señales de una compañera, pero ERIS puede haber desvelado finalmente al culpable del disco espiral de la estrella.

Crédito: ESO/F. Maio et al./T. Stolker et al./ALMA (ESO/NAOJ/NRAO)/N. van der Marel et al.



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Nic out to be Bossy in Aurie’s Star


Image: Bruno Cannatelli

 

The Tony and Calvin Mcevoy stable expect the straight track and being able to get her toe into the ground will suit Bossy Nic in her return run at Flemington.

Bossy Nic runs first-up in the Group 3 Aurie’s Star handicap (1200m) on Saturday and will be looking to expand on her record of two wins and one minor placings from four starts over the course and distance.

The now five-year-old won at her second start down the straight 1200m course capturing the Group 3 Thoroughbred Breeders Stakes in March 2023.

The McEvoy’s racing manager Rayan Moore said Bossy Nic looked suited in Saturday’s contest.

“She’s got a really good straight track record having won the Thoroughbred Breeders as a two-year-old and last preparation she won down the straight on a soft track on Lightning Day,” Moore said.

“The set-up on Saturday looks ideal. It looks like we’ll be in the soft range. She’s had the one trial this time in, on the synthetic at Ballarat, so she goes into this nice and fresh.

“She trialled the other day without the blinkers on, and we know she’s a mare that really appreciates getting the blinkers on.

“Going into the preparation, we’re an 88 rater, but there’s a bit of a tail to the Aurie’s Star this year. There’s some there in the 80’s and 90’s, like we are, and there one in the 70’s.

“Obviously, the top few, the Hayes boys’ Joyful Fortune and the Corstens’ pair of Marble Nine and Lady In Pink are quality horses.

“It’s a really good kick-off option for us and as we get further into the campaign we can take her into some more Black Type races.”

That early Stakes win as a two-year-old saw Bossy Nic feature at the top of the weights in three-year-old races.

While Bossy Nic contested feature races, it wasn’t until she was dropped in grade that she found winning form again, and it was a benchmark 90 contest that was her only win as a four-year-old.

But Moore and the McEvoy’s believe with age and maturity, Bossy Nic has more to offer and could extend out in trip.

“I wouldn’t say she was in the wilderness or anything like that, but she had to race up the top of the weights in those three-year-old races and last preparation she really shone when she got her toe in the ground,” Moore said.

“Even her runs down the straight on top of the ground were exceptional.

She was placed behind A Little Deep at her last start who went on to run fourth in The Goodwood and if A Little Deep’s in this race, she’s probably favourite.

“She’s a good quality mare and I think we’re in for a really good prep.”

 

*Existing customers only. 2nd Racing bet. Excl SA & WA. T’s & C’s apply. Gamble responsibly.

Chances are you’re about to lose.

Set a deposit limit.



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Matthew Brown pair to tackle Flemington straight



Cranbourne trainer Matthew Brown is hoping the conditions that prevailed in the straight races the last time Flemington raced will again be on offer. She’s Pretty Rich lines up in the VRC.com.au Sprint (1200m) on Saturday and has drawn the widest gate in the sprint down the famous straight. Winners in the… Read More »



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Irish rider flies in for Grand National Hurdle ride



Trainer Shane Jackson has called on Irish experience in his bid to win the Grand National Hurdle at Sandown. Jackson will saddle up Highland Blaze and Loft in Sunday’s hurdle over 4200m, with the trainer claiming both are undeniable chances of giving the trainer another a feature jumps win. With Tommy Ryan… Read More »



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Nova lei amplia regras do SIEC e fortalece incentivo à cultura no Piauí


Foto: Divulgação/Alepi
O deputado estadual Fábio Novo (PT)

O deputado estadual Fábio Novo (PT)

O Governo do Estado do Piauí sancionou, no início de julho, a Lei nº 8.743/2025, que altera e acrescenta dispositivos à Lei nº 4.997/1997, responsável por instituir o Sistema de Incentivo Estadual à Cultura (SIEC). A nova legislação traz regras mais detalhadas para prestação de contas, define tetos de financiamento por tipo de proponente e amplia as possibilidades de apoio a ações culturais de interesse do Governo.

De autoria do deputado estadual Fábio Novo (PT), a lei foi publicada no Diário Oficial do Estado dessa quinta-feira (24) e tem como objetivo modernizar a legislação cultural, promovendo maior transparência, agilidade nos processos e efetividade no uso dos recursos públicos destinados ao setor.

Novas regras para prestação de contas

Um dos pontos centrais da nova lei é a criação do Capítulo V-A, que trata especificamente da prestação de contas dos projetos culturais contemplados pelo SIEC. A partir de agora, os proponentes deverão apresentar os relatórios até dois exercícios financeiros após a execução do projeto.

A prestação de contas será dividida em dois tipos:

  • Financeira (com notas fiscais, recibos e comprovantes) para projetos com valor acima de 12.000 UFR;

  • Por objeto (documentação que comprove a realização do projeto) para valores abaixo de 12.000 UFR, sem necessidade de prestação financeira.

Caso os prazos não sejam cumpridos ou a prestação seja reprovada, a nova lei prevê a abertura de Tomada de Contas Especial, com possibilidade de devolução dos recursos ao erário. Os valores recuperados serão direcionados ao Fundo de Incentivo à Cultura (FIC).

Teto de financiamento

A legislação também estabelece limites de financiamento por tipo de proponente:

  • Pessoa física: até 40.000 UFR por projeto;

  • Pessoa jurídica: até 92.592,59 UFR;

  • Microempreendedor Individual (MEI): conforme valor previsto em legislação específica.

Além disso, os recursos do SIEC passarão a ser distribuídos entre:

  • Projetos do interior do estado;

  • Ações de interesse do Governo do Estado, executadas diretamente ou apoiadas pela Secretaria da Cultura;

  • Projetos da capital, com base no percentual restante.

Projetos do Governo terão tramitação simplificada

A nova lei também permite que projetos culturais vinculados a ações governamentais – como eventos do calendário oficial, ações de preservação do patrimônio ou iniciativas de interesse público – sejam isentos de prazos e requisitos estabelecidos para os demais projetos.

Nesses casos, o projeto pode ser aprovado por trâmite simplificado e encaminhado diretamente à Secretaria da Fazenda para a concessão do benefício fiscal via ICMS, mediante certificado que autoriza a dedução de tributos por parte dos incentivadores.

Maior participação da Secretaria da Cultura

Outra mudança importante foi a atualização da composição do Conselho Deliberativo do SIEC, que passa a ser presidido pelo(a) Secretário(a) de Estado da Cultura do Piauí, cabendo à própria secretaria a análise das prestações de contas dos projetos aprovados.

Fundo para incentivo

A Lei nº 8.743 também autoriza o Governo do Estado a abrir crédito especial de R$ 500 mil para a constituição do Fundo de Incentivo à Cultura (FIC), instrumento que viabiliza o repasse de recursos para projetos culturais contemplados pelo sistema.

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